Você está disposto a largar tudo por Ele?

Eu ainda não sei como vou falar tudo o que vem a seguir. Mas, posso começar dizendo que Deus tocou no meu coração e fez uma única pergunta: Eu estou te chamando agora. Mas, você está disposta a abandonar tudo e vir me encontrar?

E ele quer perguntar a você também: Você está disposto?

Ele deseja que você diga sim.

Eu sei que, quase sempre, o centro da nossa vida são as nossas necessidades ou nós mesmos, não Ele. Eu sei que, às vezes, não procuramos Deus por causa de Deus, mas por causa de algum interesse, seja porque precisamos de saúde, de felicidade, de dinheiro ou de tantas coisas mais. E enquanto agimos assim, entramos no sistema do mundo, do egoísmo e nada certo.

Eu sei que, muitas vezes, desejamos Cristo em nossa vida, desejamos receber bençãos e sentir o Espírito Santo. Mas Deus está te perguntando agora mesmo: Você está disposto a carregar a sua cruz? Você aceita renunciar todas as suas vontades para que, somente, a vontade de Jesus prevaleça em sua vida? Você tem coragem de abrir mão dos seus sonhos e viver projetos e planos que Cristo preparou para você?

Eu sinto que temos tirado Jesus do centro e colocado sonhos no lugar. Ora, o mundo é inconsequente e tenebroso, qualquer coisa pode se tornar mais importante do que Deus: O trabalho, a diversão, a televisão, as notícias no final da tarde, o futebol, a cerveja da sexta-feira. Deus não faz parte da nossa vida, apesar de dizermos que sim. A tecnologia nos levou a sermos independentes, temos tudo e não necessitamos de mais nada. Temos máquinas que fazem tudo: lavam, secam, cozinham, limpam. Para que Deus, não é mesmo?

Talvez você não diga nada disso e até negue, mas somos fracos e caímos nas mentiras que o mundo nos coloca. Quantos minutos por dia você tira para falar com Deus? E quanto minutos você perde com coisas inúteis? Não responda. Pense. Como você vive? Sua vida é dirigida por quem? Como você toma as suas decisões? Baseado na Palavra, nas promessas de Deus ou você vive em ansiedade e preocupação?

Lembre-se, se Jesus não é centro, nada faz sentido. Do que adianta diversos ministérios, inúmeras reuniões, células, festas, ações, metas e tudo o mais se estamos nos esquecendo que a principal motivação de qualquer propósito deve ser o Pai? Ir à igreja, levantar as mãos em adoração, cantar, gritar, pular. Nada disso faz sentido, se no dia seguinte você abandona a vontade de Cristo para satisfazer a sua vontade e coloca coisas, situações ou pessoas como sua prioridade e ainda se convence de que Deus entende que é para seu bem, seja a sua profissão, a carreira, prestígio ou você mesmo. A realidade é que as nossas escolhas não tem nada a ver com Deus, são para a nossa própria glória.

Romanos 12:2 “Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação de sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.”

Sim, você pode sentir Deus queimar em seu coração. Mas, é preciso morrer para si mesmo e voltar ao seu primeiro amor por Jesus. É preciso abrir mão de todas as suas vontades e permitir que apenas Jesus seja o centro, o seu alvo, o seu tesouro e a sua razão de viver. Quando realmente conhecemos a sua misericórdia, vamos viver em paz, na certeza de que temos o Deus todo poderoso como nosso Pai. Será possível perceber a presença de Deus em cada instante que vivemos e todos os dias da nossa vida serão os melhores, pois temos esperança, prazer verdadeiro e sabemos de onde vimos e para onde vamos. Basta ter fé.

Depois de compreender isso completamente, entendemos que o maior motivo de nos relacionarmos com Deus é somente porque o amamos e o queremos, mesmo que não tenhamos dinheiro no banco, felicidade, roupas novas, mesmo que tudo pareça perdido ou sem saída, Ele sempre deverá ser o centro de todas as coisas, pois foi Ele que nos criou, nos redimiu e tudo o que foi feito estava dentro dEle, a minha vida, a sua vida e tudo foi feito dele, por ele para ele. (Romanos 11:36 / Colossenses 1:16 / João 1:3)

Feche agora mesmo os seus olhos e diga: “Jesus, cresça na minha vida.”

E confie. O restante Ele fará.

Pacatuba – CE (Balneário das Andréas)

Se você não viu a primeira parte desse passeio, clique aqui e depois volte para ler este post. É muito importante você ler o primeiro, porque assim você vai saber como chegar em Pacatuba e o que fazer lá antes de conhecer o Balneário.

Vamos continuar o nosso passeio por Pacatuba?

Dessa vez a gente vai sair do centro da cidade e conhecer o Balneário das Andréas, ou Bica das Andréas, como também é conhecido. O local é um complexo turístico localizado em Pacatuba, na Estação Ecoturística Parque das Andréas, um patrimônio ecológico que preserva um dos ecossistemas mais belos da Região Metropolitana de Fortaleza.

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Se você está em Pacatuba e não sabe como chegar, é muito simples. O Balneário fica localizado no Centro da cidade, na rua Carlos Costa do Carmo, por trás da Igreja Matriz. Mas nas ruas também existem várias plaquinhas para te guiar até o seu destino e os moradores também são muito educados e, se você perguntar, podem te informar como chegar lá, certo?!

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É só ir direto nessa rua, tá?

Dentro do parque tem várias piscinas naturais com cachoeiras e bicas (se você não sabe o que é uma bica, clique aqui). A água vem da serra de Pacatuba, portanto é limpa e natural, ela vem descendo e formando piscinas entre grandes pedras. Para ter acesso às piscinas mais altas, foi construída uma escada de concreto na lateral do parque.

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Nós fomos numa quinta-feira e a entrada custou R$ 4 por pessoa, mas há boatos que no fim de semana custa R$ 5, não ficamos sabendo de nada, então fique preparado para alguma mudança no valor.

Ah, o parque funciona de 09h às 16h, certo? E é muito legal ir o mais cedo possível ou durante a semana, até mesmo pra evitar o sol e a lotação de pessoas do fim de semana. Outra coisa, lá tem estacionamento gratuito, mas eles informam que não se responsabilizam pelo seu veículo. Então fica a seu critério ir de veículo próprio ou não. No entanto, nós deixamos o nosso veículo lá e não aconteceu nada.

Dentro do Parque tem restaurantes, então eles proíbem a entrada de alimentos, até mesmo para evitar que os visitantes poluam. Não tenho como dizer quanta custa um almoço ou lanche dentro do parque, pois não consumi nada lá de dentro, mas de antemão, deixo a minha satisfação com o atendimento, pois apesar de não termos comido nada nos restaurantes, fomos bem tratados pelos funcionários dos mesmos.

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Agora, vamos lá. O que eu gostei e o que eu não gostei?

O parque é legal, a água é limpa e os funcionários são educados. É relaxante e dá pra levar muita gente, amigos e família, pois tem espaço de sobra e praticamente nenhum perigo aparente. Fora isso, não tem muito o que fazer, pra quem não curte natureza e calmaria, não é o lugar mais apropriado a se visitar, pois só tem cachoeira e mais nada, nenhum outro atrativo.

Ponto para a natureza, mas meio ponto para a segurança e fiscalização. Há placas pedindo para que não poluam, mas a falta de fiscalização faz com que alguns visitantes ignorem esse pedido e comam na beira das piscinas ou joguem lixo no chão. A falta de segurança também faz com que tenhamos visitantes peculiares que, apesar de não ter ocorrido nada, ficamos na suspeita. Além do mais, o local carece de cuidados na sua infraestrutura e necessita de melhorias.

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No mais, foi um ótimo passeio e já estamos prontos para o próximo.

Até mais.

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Projeto Mulheres

Pensei no “Mulheres” como uma categoria do blog onde  eu contaria a minha história de superação, que você pode conferir clicando aqui, e incentivaria outras mulheres a contarem as suas, que pode envolver tanto cabelo, quanto corpo, relacionamento e qualquer outro aspecto da sua vida que você tenha superado.

Desta forma, vamos inspirar mulheres a serem mais. Mais livres, mais bonitas, mais cheias de auto estima e de felicidade.

Vamos compartilhar esperança, empoderamento e muito amor, que é o mais importante.

Ainda na categoria, vou falar sobre preconceito, respeito e auto estima e, é claro, postar as histórias inspiradoras.

Se você quiser vir conversar comigo e mandar a sua história, me manda um recadinho lá no Facebook ou envia um email para contatoaryteixeira@gmail.com

Até mais, beijos.

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Minha história: cabelo + superação + autoestima (Mulheres)

Mulheres é para ser uma categoria/projeto do blog onde vou contar a história do meu cabelo, da minha auto estima e da minha vida e pedir para outras mulheres contarem as suas. O foco aqui é mostrar que todas somos iguais e ao mesmo tempo diferentes. Todas temos problemas distintos, mas o que nos torna iguais é que temos força para sairmos dessas situações.

Hoje, para começar, vou contar a história do meu cabelo. Bora lá.

OgAAAEXaTQHdiwXzSbCYfZSFAhVS1QcAwZqotRQv2H8L0noALNLa0iAaL7TzFklaJwwhwiQwJtno1_CIdGhJp9V0kjkAm1T1UPrimeiramente, eu nasci do dia 29 de outubro de 1994, tenho 21 anos, e nasci com o cabelo crespo.

O problema é que naquela época era meio difícil conseguir informação com tanta facilidade como hoje, não tinha internet e computador para sair pesquisando como cuidar do cabelo, então a nossa única fonte de informação era a televisão.

Mas o que a gente via lá? Várias mulheres com o cabelo liso e loiro dizendo e ditando que usar daquela forma era o correto, nos comerciais as marcas diziam que o cabelo cacheado era feio e o cabelo liso era certo, depois nos vendiam modelos e mais modelos de chapas, secadores e produtos que faziam o MILAGRE DO LISO PERFEITO.

Como era “difícil” e minha mãe não sabia como cuidar de tanto cabelo, com uns 12 anos, ou menos, ela começou a passar produto de supermercado para baixar o volume. Até baixou por um tempo, mas quando a raiz crescia e vinha aquele volumão de cachos, era mais creme, mais produto pra baixar o volume, mais meios de fazer com que aquele cabelo não fosse daquele jeito.

Desde então eu fiquei com esse complexo de que o meu cabelo não era o certo, que deveria estar liso, então eu prendia e passava muito creme na raiz pra deixar baixo e “liso” e dificilmente deixava ele solto.

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(< Meu cabelo solto e feito relaxamento | Meu cabelo antes do relaxamento, como eu prendia)

Com uns 12 anos eu fui ao salão e fiz um relaxamento, novamente para baixar o volume do cabelo. E até deu certo, ficou baixo, meio ondulado, quase perfeito, mas não ficava assim pra sempre. Eu tinha que refazer o relaxamento, mas quando fui fazer, a cabeleireira deu a ideia de fazer uma escova inteligente porque, segundo ela, ia hidratar, baixar o volume e ficar lindo, só não ia durar muito, ela me alertou.

OgAAAHtxQ5HP80afJnzif2JTYczbgoNUHS2c_G68_b8XRHesIb96EZAHhRz5oUk95z3R8TDBBetmHMc63whqgMOHeBAAm1T1U

Então fiz um relaxamento com a escova inteligente em seguida e sai linda do salão. Me senti ótima naquele dia, meu cabelo era enorme e com o alisamento ficou maior ainda, me libertei do prendedor de cabelo, mas novamente não muito tempo. Não passou dois meses e a raiz voltou a crescer e eu voltei a prender.

Desta vez tive que fazer algo mais forte, novamente ideia dos outros e não minha. Deram a ideia de fazer uma texturização, que é uma das químicas mais fortes, e como todos diziam que a raiz do meu cabelo era feia, que aquele cabelo era ruim, de bombril, duro e etc, eu preferia alisar. Eu queria que me aceitassem, isso era fato, mas na época eu ainda não tinha noção disso.

Eu ficava triste e frustrada com o meu cabelo natural quando ele começava a nascer, e queria sempre arranjar uma forma de fazer com que o liso durasse mais, sempre procurando químicas mais fortes, passando prancha no cabelo com mais frequência ou quase todos os dias. Chorava quando ele não ficava do jeito que eu queria, sentia inveja de cabelos lisos naturais porque o meu não era daquele jeito, sentia vergonha de sair porque achava que estavam todos olhando pro meu cabelo e falando mal de mim. Na escola então, eu morria de medo e vergonha de tudo, não queria chamar atenção, não queria me destacar, não queria estar na frente de todos. Tudo porque eu achava que todos iam falar do meu cabelo e de mim.

Mas mal sabia eu que aquilo era problema da minha cabeça e da minha falta de auto estima.

Desde esse dia que eu fiz a minha primeira texturização, eu não parei mais.

Era sempre a mesma coisa, pelo menos uma ou duas vezes na semana eu fazia escova e prancha no meu quarto, durante 3 horas ou até mais, até que o meu cabelo ficasse liso perfeito. A cada 3 meses mais ou menos eu tinha que procurar um salão pra retocar a minha raiz, porque o meu cabelo sempre cresceu rápido e o liso não durava muito tempo.

Mas eu fui crescendo e o meu tempo foi ficando curto. Como eu ia trabalhar, fazer faculdade e ainda ter que manter um cabelo perfeito como o que eu queria? Eu tinha que estar em contato com várias pessoas, apresentar seminários, sair de casa, pegar chuva. E eu odiava tudo isso, queria estar sempre longe dos holofotes para que ninguém visse o meu cabelo.

Então chegou um momento que eu não aguentava mais, eu queria me livrar daquele sofrimento que era o compromisso de esticar os fios o máximo que eu podia, eu não queria mais aquela prisão, eu não queria mais sofrer fazendo química, porque além de ser caro, doía e ardia meu couro cabeludo e onde mais pegasse. Eu sabia, sentia  e via que o meu cabelo estava ficando desnutrido, seco, sem vida. Quando eu pensava em pentear ou somente passar a mão, tufos de cabelo vinha na minha mão, caiam no banho, no travesseiro, no chão, onde fosse. E isso me entristecia, me tornava uma pessoa amarga e irritada com tudo. Eu não me amava, eu não conseguia me olhar no espelho e ver uma pessoa bonita.

Mas eu não sabia o que fazer. Nesse ponto da minha vida eu não conhecia o meu cabelo, se me perguntavam eu não sabia dizer como o meu cabelo era, eu só conseguia lembrar de como ele era durante o meu primeiro relaxamento, que foi quando ele ficou meio ondulado. Mas o meu cabelo de verdade, eu não fazia a mínima ideia de como era. E isso pra mim foi bastante triste, porque eu não me conhecia, eu não sabia quem eu era de verdade. Era como se eu fosse uma estranha para mim mesma.

Um dia na faculdade um amigo me perguntou como o meu cabelo era, me incentivou a deixar ele crescer. Eu pensei naquilo e disse: Ok, eu posso fazer isso. Vamos ver o que tem debaixo dessa química toda.

Então eu comecei a deixar a química sair. Mas não pensem que foi fácil, foi um momento muito ruim. Meu cabelo estava horroroso, eu ainda não sabia como cuidar e ainda tive que ouvir de colegas do trabalho o quanto meu cabelo estava feio e volumoso, que eu deveria alisar, que mulher só é bonita de cabelo liso e que eu deveria fazer desse jeito ou daquele jeito. E nenhuma destas pessoas perguntou se eu queria saber a opinião delas.

Minha auto estima ainda estava desgastada, eu chorei no banheiro do trabalho e durante dias me senti péssima. Então eu alisei de novo.

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Essa foi a última vez que eu alisei, porque prometi pra mim mesma que não mais o fazer. E mesmo assim eu tive que ouvir de muita gente que eu não ia conseguir, que eles me conheciam e sabiam que logo, logo eu ia desistir, principalmente quando eu visse o meu cabelo ruim e duro.

Pesado, né? Mas eu tinha que enfrentar, para além de mostrar a eles que eu conseguia, mas também mostrar pra eu mesma que eu podia. Aliás, que eu posso.

Então eu comecei a pesquisar, descobri o que era transição e todo o conteúdo da internet sobre empoderamento, cabelo cacheado, crespo, tipos de cabelo, formas de cuidar e muito mais. Fiquei tão empolgada, principalmente com as histórias de outras meninas, que não pensei duas vezes, foquei no meu objetivo e continuei com a transição. Quando me falavam que eu não ia conseguir, dava aquela pontada no peito, mas eu ignorava e continuava.

Passaram-se 8 meses quando eu fiz o meu primeiro corte.

1 mês depois eu resolvi cortar logo toda a química.

Foi uma sensação incrível e libertadora. Sai falando pra todo mundo o quanto eu estava feliz, o quanto eu pensava que não ia conseguir, mas que agora eu estava ali, 9 meses depois, sem química, com o meu cabelo natural, conhecendo a mim mesma e aos meus cachos.

Eu me olhava no espelho e me via pela primeira vez, via quem eu estava escondendo por tanto tempo. Não era só um cabelo debaixo de uma texturização, era um ser humano debaixo de padrões impostos, de propaganda enganosas, de preconceitos e esterótipos por toda parte.

E eu estava muito feliz e me sentindo bonita como nunca tinha me sentido antes.

Eu comecei a usar maquiagens e roupas que eu nunca achei que usaria, porque agora eu me sentia linda e amada por mim mesma. Se antes eu não queria aparecer, agora eu estava pouco me importando se as pessoas estavam me olhando, eu sabia que estava linda porque eu me disse pro espelho quando acordei. hahahah Não precisava mais que ninguém me dissesse o que pensar, eu estava pensando por si própria.

Eu estava livre.

E a maior sensação de liberdade que eu tive foi andar nas ruas e começar a chover, meu coração ficou tão pequenininho. Naquele momento eu lembrei de quando eu alisava e tinha que correr da chuva porque senão o meu cabelo não ia ficar mais do mesmo jeito. E naquele dia não, eu deixei que molhasse, depois ele ia secar e ia ficar todo lindo de novo.

E apesar de me sentir tão bem, ainda tive que aguentar muito preconceito, muita gente desconhecida na rua falando mal do cabelo e ainda assim eu to aqui, linda, maravilhosa e nem aí pra opinião do povo. hahahaha

Os dias são difíceis, mas eu sou melhor que tudo isso. E Deus me deu forças para aguentar cada passo que dou e cada atribulação que enfrento.

Hoje sou grata a Ele e a todos que me apoiaram.

Sou muito mais feliz.

Se você também passou pela transição ou está passando, comenta aqui, vamos conversar. Ou mande um email para contatoaryteixeira@gmail.com contando a sua história que eu vou postar aqui na categoria Mulheres.

Um beijo e até mais.

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Resenha: O Segredo (Rhonda Byrne)

E, tudo o que pedirdes na oração, CRENDO, o recebereis. (Matheus 21:22)

É com esta passagem da bíblia que eu começo a falar sobre O Segredo, mais à frente vocês vão entender.

Terminei finalmente de ler O Segredo, depois de anos na verdade. Há muitos anos eu o vi sendo anunciando, achei interessante, mas não li. Algum tempo depois eu o vi na casa de uma amiga, novamente achei interessante, folheei, mas não li. Mais algum tempo depois eu conheci o meu namorado, ele falava muito do livro, tentei ler, mas não terminei.

Agora, depois de anos, e de tanto duvidar da capacidade desse segredo eu consegui ler. Segundo a lei da atração, será que eu atrai o segredo para a minha vida? É algo que andei pensando desde quando finalizei a leitura. O Segredo veio até mim ou eu fui atrás dele?

O livro fala da lei da atração através do pensamento, pois, segundo o segredo, positividade atrai positividade. E eu não to falando somente em sentir-se bem consigo mesmo, bens materiais também entram nessa atração.

Quem escreve é Rhonda Byrnes, logo no prólogo ela nos fala que antes que antes de começar a escrever o livro sua vida estava desmoronando, seu pai havia morrido e suas relações pessoais estavam um desastre. Até que sua filha lhe deu um livro que a fez descobrir sobre o segredo.

Ela afirma que podemos ter tudo o que queremos se tivermos os pensamentos certos. E, como eu  já disse, o segredo se baseia na lei da atração, que nada mais é do que atrair para si tudo aquilo que se pensa. Sabendo disso, é certo que devemos manter em nossa mente apenas o que queremos, sem duvidar ou permitir que nos desanimem.

Rhonda ainda nos diz que mentes brilhantes da história conheciam o segredo e o utilizavam para conseguir tudo aquilo que eles queriam e desejavam.

Para se compreender melhor sobre o segredo e fazer com que ele funcione, existem “regras”:
– Não devemos pensar de forma negativa, porque quando falamos “não quero me atrasar”, automaticamente estamos pensando no quão atrasado estamos. 
O segredo diz que devemos focar somente naquilo que queremos, pois o universo não entende o “não.” Como assim? Digamos que você não quer ganhar tal objeto, mas se concentra no objeto. O universo não vai compreender e você vai ganhar o objeto que não quer.
O correto seria você se concentrar no objeto que você quer e não naquele que você não quer.
Deu pra entender?
 
– Transforme seus últimos pensamentos do dia em bons pensamentos. 
O segredo diz que antes de dormir, ao invés de pensar somente naquilo que você não conseguiu fazer ou em tudo que deu errado, você deve ter pensamentos positivos. Se algo deu errado, pense na mesma situação, mas da forma que você gostaria que tivesse acontecido.
 
– Temos uma mente capaz de escolher nossos pensamentos, podemos controlar o que pensamos. 
Sabe aqueles momentos em que nossa mente viaja e de repente você tá pensando em uma coisa totalmente diferente? O segredo fala que você é dono de si mesmo, então você deve escolher os seus pensamentos.
 
– Os nossos sentimentos são fortes aliados para a atração, pois são consequência do que pensamos. 
Se eu penso somente nas coisas que deram errado na minha vida, quais serão os meus sentimentos? Arrogância? Amargura?
O segredo fala de amor, gratidão e bons pensamentos.
 
– Seja grato por aquilo que já possui.
Quando você é grato por tudo que possui, você tem bons pensamentos e bons sentimentos, e o que isso atrai? Mais coisas boas. Seja grato e terá retorno.
Eu comecei o post com uma passagem da bíblia, mas o que tudo isso tem a ver com a bíblia?
Na bíblia diz para amar e ser grato e, como a citação do início deste post, se você pedir com fé (crendo), você receberá.
O segredo fala de amor, em ser grato e se você crer no segredo, você receberá tudo o que quiser.
Peça > Acredite > Receba. Esse é o segredo, que não é segredo algum, nós só precisamos de um empurrãozinho para compreender o que sempre esteve ao nosso redor.
O que eu não gostei: O Segredo é muito repetitivo, talvez seja proposital para prender cada vez mais o leitor e fixar a mensagem várias vezes na sua mente. Se não tivesse tanta repetição, o livro se resumiria em 30 páginas.
Se você não gosta de livros assim, não se interessou ou não terminou de ler, eu aconselho assistir ao filme/documentário com o mesmo nome.
Conclusão: Não quero obrigar ninguém a ler e muito menos a gostar, sabe-se que há pessoas que leem e duvidam do segredo, assim como duvidam dos ensinamentos de Jesus e da própria bíblia. A relação do segredo com a bíblia é muito intensa, tanto é que a própria Rhonda cita passagens bíblicas sem hesitar.
Também não quero comparar os livros, mas sim mostrar que não precisa de nenhum estudo aprofundado para ver que há uma relação entre ambos.
Este livro e os ensinamentos de Jesus Cristo me ensinaram, acima de tudo, sobre gratidão e fé, sobre acreditar e receber.
Este livro ponhe em prova os nossos sentimentos e pensamentos, o que desejamos para os outros e temos atraído para si. Muda a nossa visão diante todo o universo e sobre a nossa própria fé.
O livro não te impõe, apenas abre os teus olhos e te mostra. O segredo não é o livro, o segredo é você.
E você? Já leu O Segredo? Fala aqui nos comentários se gostou, não gostou, se pretende ler. 🙂
Abraços, até mais.
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The Secret – O Segredo
Rhonda Byrnes
Ediouro, 2007.
Compre em Saraiva

Pacatuba – CE (Centro da cidade)

Logo quando o mês de julho chegou e eu me vi livre, leve e de férias, resolvi fazer o que mais gosto: conhecer coisas novas.

Desta vez não fui muito longe, eu e meu namorado subimos na moto, chamamos um casal de amigos e viajamos até Pacatuba, uma cidadezinha do Ceará, há cerca de 25 km de Fortaleza. E como o blog está mudando, a partir de agora vou descrever as minhas melhores aventuras aqui e aproveitar para ajudar com dicas de lugares e do que eu gostei e não gostei nas cidades. Vai que ajuda alguém, né?!

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